CÂMARA MUNICIPAL DE CRISTIANO OTONI - MG

 

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Curiosidades

 

Empreendimentos Locais

 

Fábrica de Calçados

             Cristiano Otoni teve sua primeira fábrica de calçados de propriedade do Sr. Alberto Zille. Esta fábrica empregava rapazes e moças, sendo estas em maior número, como por exemplo, a D. Alaíde e D.Madalena Alves. A fábrica era movida a vapor, tinha uma caldeira para produzi-lo, movimentando assim as máquinas. O Sr. Alberto Zille também era proprietário de um curtume, onde preparava o couro para a fábrica de calçados, que eram feitos em modelos para homens e mulheres; últimos modelos para a época, como o "Luiz XV" e outros modelos. Esta fábrica funcionou em meados de 1920, depois foi vendida para o Sr. Casarões, em Queluz (Lafaiete), sendo a primeira fábrica movida a máquinas daquela cidade.

 

Usina de Força e Luz

                No ano de 1920 foi inaugurada uma usina hidrelétrica, para fornecer força e luz para Cristiano Otoni. Foi fundada pelo Sr. Alberto Zille e seu sócio, Sr. Manoel Domingos Baêta. Assim que começou a funcionar, contratou os serviços do Sr. Dorvino Tavares, sogro do Sr. Joaquim (Pintado) e avô do Sr. Wander (construtor que trabalha aqui em nossa cidade, que, devido à amizade, alguns têm a liberdade de chamá-lo de Delegado). O Sr. Dorvino vinha de São Caetano montado a cavalo, para por a usina em movimento, abrindo as comportas às 18:00 horas e desligava às 06:00 horas do dia seguinte. Assim foi por muitos anos, até que, em seu lugar foi contratado o Sr. Caetano da Cruz (Caetano da Lilica). Trabalhou por muitos anos, e depois dele, o Sr. Agostinho de Oliveira, que trabalhou na usina velha e, a partir de 1942, na nova usina. Após alguns anos, a empresa foi vendida para o Sr. Castanheira, e depois para a Cia. Força e Luz, de Conselheiro Lafaiete. Também trabalhou na usina o Sr. Nilo, e entre os anos de 1950 e 1960 o Sr. Albino de Oliveira assumiu a gerência da usina em Cristiano Otoni até 1967, quando a CEMIG comprou a empresa. Abaixo publicamos a foto do Sr. Dorvino, que foi o primeiro funcionário da usina. O Sr. Albino foi o último funcionário da usina.

Foto do Sr. Dorvino Tavares; o primeiro funcionário da Usina hidrelétrica (Força e Luz)

 

Padaria São Geraldo

                A Padaria São Geraldo, de propriedade do Sr. João Waltrudes Pereira, fornecia pães para o restaurante do trem de passageiros que passava na Estação de Cristiano Otoni. Este trem fazia uma pequena parada só para receber o cesto de pães. Eram pães de preferência da direção do restaurante; e o padeiro era o Sr. Geraldo Magella, pai do Vereador Wincler Magella.

               Às vezes, ao receber os pães, a direção do restaurante dava jornais do dia; na época era difícil ler um jornal com a notícia do dia; só assim a gente teria acesso à notícia. Era um jornal de grande circulação no país, intitulado “O Jornal”, e pertencia aos Diários Associados.

               A entrega de pães era feita duas vezes por dia; o trem com prefixo R-1, vinha do Rio de Janeiro para Belo Horizonte; e o trem com prefixo R-2, de BH para o Rio.

               Os pães franceses produzidos aqui eram de grande aceitação, além dos trens de passageiros, eram fornecidos para toda a região.

 

Fábrica de Balaústres

              Na Rua Augusta Moreira de Oliveira, nos fundos da propriedade do sr. Geraldo Domingos Arruda, existia uma fábrica de balaústres pertencente ao sr. Geraldo, que também atendia pelo apelido de “Azulinho”. Era conhecido em toda a região.

               Os produtos desta pequena fábrica bem no fundo do quintal embelezaram muros, sacadas e varandas de nossa cidade. Forneceu também para São Paulo e Rio de Janeiro, levando o nome de Cristiano Otoni para outras cidades e Estados.

 

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