Câmara Municipal de Cristiano Otoni

Inicial

Curiosidades

Paisagens

Legislação

Portal da Transparência

Fale conosco

Portal Interlegis - Comunidade Legislativa na Internet

 


 

Voltar

 

 

Fonte: Assembléia Legislativa do Estado de Minas Gerais

http://www.almg.gov.br/consulte/info_sobre_minas/index.html?aba=js_tabMunicipios&sltMuni=203

 

Caracterização

    Localização: CENTRAL

    Área: 132,44 Km2

   Altitude:

    Máxima: 1.231 m. Local: Divisa com Município de Caranaíba

    Mínima: 937 m. Local: Foz do Córrego Casa Velha

    Ponto central da cidade: 990 m.

    Temperatura:

    Média anual: 19,4 C

    Média máxima anual: 24,9 C

    Média mínima anual: 14,9 C

    Índice médio pluviométrico anual:  1.474,9 mm

    Relevo:

    Topografia (%)

    Plano: 15

    Ondulado: 70

    Montanhoso: 15

    Principais rios: 

    RIO PARAOPEBA
    CÓRREGO AROEIRA

    Bacia: Bacia Rio São Francisco / Rio Doce

    Fontes: Instituto de Geociências Aplicadas - IGA (CETEC)
                Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE

 

População

ANOS

URBANA

RURAL

TOTAL

1970

1.394

1.967

3.361

1980

2.424

1.631

4.055

1991

2.826

1.388

4.214

2000

3.572

1.274

4.846

2010

4.156

851

5.007

2015 (1)

-

-

5.204

Fonte: Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)
(1) Dados preliminares - Estimativa

 

Transportes

    a) Rodoviário

    Distâncias aproximadas aos principais centros (Km):

    Belo Horizonte: 118

    Rio de Janeiro: 320

    São Paulo: 570

    Brasília: 840

    Vitória: 600

    Rodovia de acesso a Belo Horizonte: BR-040 (corta o município)

    Municípios limítrofes:

    QUELUZITO
    CASA GRANDE
    CARANDAÍ
    CARANAÍBA
    SANTANA DOS MONTES
    CONSELHEIRO LAFAIETE

    b) Ferroviário

    Distâncias aos principais centros (Km):

    Belo Horizonte: 212

    Rio de Janeiro: 429

    São Paulo: 712

    Brasília: 1.377

    Vitória: 855

    Fontes:   Departamento de Estradas de Rodagem do Estado de Minas Gerais

                  Ferrovia Centro Atlântica - FCA

                  Estrada de Ferro Vitória Minas

 

Reservas Minerais

ESTANHO (CASSITERITA)

Fonte: Departamento Nacional da Produção Mineral – DNPM

 

Ensino

Fundamental e Médio.

Fontes: Centro de Produção e Administração de Informações - CPRO/SEE
             Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP/MEC

 

Localização no Estado:

Fonte: IGA (Instituto de Geociência Aplicada) em 10/05/1999

 

Histórico Resumido

        Segundo informações colhidas por Scyomara Ribeiro de Almeida, no Arquivo Público do Estado, e junto a familiares e moradores, a região começou a ser povoada aproximadamente há 300 anos, por volta de 1689, quando João José Dutra veio de Portugal, na época da Sesmaria, ganhando 1.000 alqueires de terra, formando a Fazenda "Fecha Fecha", na estrada de Nossa Senhora da Glória (hoje fazenda da Pedra). Sua irmã, de nome ignorado, veio na mesma época e recebeu 1.000 alqueires, na região de Gagé, construindo a Fazenda "Mau Cabelo" (já extinta). Esta moça ficou grávida de um escravo da fazenda; com o auxílio das roupas da época, escondeu a gravidez, e quando a criança nasceu, colocou-a num cesto de um animal de carga, com o nome do recém-nascido: João José Dutra Sobrinho. Quando a mãe estava para morrer, mandou procurá-lo para deixar seus bens. O rapaz foi encontrado, casado, com três filhos, exercendo a profissão de sapateiro na cidade de João Ribeiro (hoje Entre Rios de Minas). Foi trazido para a fazenda da mãe logo depois de sua morte, e na Fazenda "Fecha Fecha" teve mais oito filhos. Desta descende grande parte das famílias de Cristiano Otoni.

        A região foi desbravada pelos primeiros bandeirantes, dos quais ainda hoje podem se encontrar alguns vestígios nas ruínas do vilarejo do Distrito de São Caetano do Paraopeba, e nas construções antigas que margeiam a Estrada Real, que corta o município e também faz parte de sua história. O povoado cresceu na esteira da linha férrea da Central do Brasil. Recebeu o nome de Cristiano Otoni em homenagem ao engenheiro Christiano Benedicto Ottoni, que dirigiu os serviços de construção da ferrovia. O nome do engenheiro Cristiano Otoni foi colocado na Estação Ferroviária construída no local, e inaugurada em 1883. O Distrito de Cristiano Otoni, então pertencente a Conselheiro Lafaiete, foi criado em 1911. Em 30 de dezembro de 1962, foi publicada a emancipação do município, efetivada em 1º de março de 1963, assumindo a administração o Sr. Foad Abrahão Caram, como Intendente Municipal, até a posse dos eleitos para a primeira legislatura, que ocorreu no dia 1º de setembro de 1963.

        A primeira eleição no Município de Cristiano Otoni teve o seguinte resultado, conforme dados obtidos por Gerson Luiz de Souza Lima em documento encontrado na residência de seu pai, o Senhor Antonio de Assis Lima: O primeiro Prefeito foi o Senhor Joaquim Ribeiro Filho, eleito com 600 votos, ficando em segundo lugar o Senhor João Damasceno Baeta, com 389 votos, e em terceiro o Senhor Amicis Adelino da Fonseca, com 132 votos. Para Vice-Prefeito, foi eleito o Senhor Manoel de Oliveira Dutra (Sr. Lilico) com 636 votos, seguido pelo Senhor José Henriques Baeta, com 302 votos e o Senhor Manoel Messias de Souza Lima com 94 votos. À época, as votações para Prefeito e Vice-Prefeito eram realizadas separadamente, por isto foi apurado o resultado informado. Daí em diante, o Município seguiu normalmente sua história, elegendo seus representantes de acordo com a legislação do país, até os dias de hoje.

 

 

Fotos de Christiano Benedicto Ottoni; Engenheiro e Diretor da Estrada de Ferro D. Pedro II, de 1855 a 1865, a qual passou a denominar-se Estrada de Ferro Central do Brasil - EFCB, após a Proclamação da República. Foi homenageado, ainda em vida, em 1883, com o nome da Estação Ferroviária que deu origem ao povoado, e depois do Município. Foi ele quem aceitou o desafio de fazer a ferrovia subir a Serra da Mantiqueira e chegar até o interior de Minas Gerais.

 

Brasão e Bandeira

 

 

Hino do Município

ORGULHO DE SER CRISTIANENSE

Letra: Pe. José Antônio de Oliveira / Música: Antonio Carlos Costa Vieira

 

Entre montanhas e campos das Vertentes,

Onde a Estrada Real o tempo esconde,

Emoldurada por matas e nascentes,

Surge a beleza de Cristiano Otoni.

 

Em nosso peito guardamos a memória,

Mas nossos olhos apontam para a frente;

Gravando alegres nas páginas da história

O nosso orgulho de ser Cristianenses.

 

Em São Caetano, onde tudo se inicia,

No Engenho Velho - saudades e sabores,

Ou na Capela da Santa que nos Guia:

Histórias mil no Museu Amália Flores.

 

Um homem sábio, ousado e corajoso,

“Pai das estradas de ferro do Brasil”,

Inaugurou nestas terras tempo novo,

E em nossa história seu nome imprimiu.

  

Na Estação, dos encontros e partidas,

Onde esperanças brincavam de esconder,

A Caixa d’água, tão rara, nos convida

A saciar nossa sede de viver.

 

Tua riqueza maior é o teu povo;

Com sua fé, a cultura e sua arte,

Que salvaguarda o antigo e faz o novo

E que te faz ser querida em toda parte.

Voltar

 


 

Inicial

Curiosidades

Paisagens

Legislação

Portal da Transparência

Fale conosco

Portal Interlegis - Comunidade Legislativa na Internet